Agora que o esperado Google Drive está finalmente entre nós e você pode usá-lo, a primeira questão a ser resolvida é simples: ele é melhor que o serviço de armazenamento na nuvem que você já usa (ou talvez esteja considerando usar)? Ainda não tivemos tempo para compará-lo na prática à concorrência, mas já é possível ver, no papel, qual opção oferece as melhores características.
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quarta-feira, 25 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
Google Drive: Ele chegou
O Google Drive, sobre o qual tanto se falou nos últimos anos, finalmente está no ar – com 5 GB de espaço para você guardar os seus arquivos. É mais que o dobro do oferecido pelo Dropbox, que dá 2 GB de graça, mas não é exatamente impressionante – sobretudo se você considerar que até o bom e velho Gmail possui mais capacidade. O Google Drive também terá planos pagos, a saber: 25 GB (US$ 2,50 mensais), 100 GB (US$ 5) e 1 TB (1 terabyte; US$ 50 mensais).
Mas, na prática, a esmagadora maioria das pessoas optará pelo serviço gratuito. E 5 gigabytes é pouco. Não é o suficiente para guardar todas as fotos, músicas ou vídeos de um usuário normal. Ou seja: o Google Drive não irá revolucionar a maneira como armazenamos arquivos. Bem que o Google, com toda a sua expertise em data centers, poderia dar mais capacidade grátis – e inaugurar de vez a era da computação em nuvem.
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